Quinta-feira, 29 de Novembro de 2007

Resenha Historica de Arcos S. Paio Arcos de Valdevez

Resenha Histórica Arcos S. Paio
 
 
A freguesia de S. Paio é das mais antigas do concelho. Arco S. Paio já existia nos começos da monarquia portuguesa
Esta freguesia confina pelo norte com a freguesia do Vale, pelo sul com Oliveira Paço e Guilhadezes, e a poente com Arcos Salvador.
 
Esta freguesia para alem de uma grande parte sul da vila é composta igualmente pelos lugares de Faquelo, Igreja Velha, Fontainhos, Outeiro, Regadas e Morilhões
 
A sua população em1890 era de 1155 habitantes repartidos em 291 fogos, sendo 501 homens e 654 mulheres 996 naturais do concelho 144 de fora do concelho e 15 estrangeiros.
 
Dos homens 326 eram solteiros 156 casados e 19 viúvos, das mulheres 433 eram solteiras 174 casadas. E 47 viúvas.
 
De todas estas pessoas sabiam apenas ler 11 homens e 9 mulheres, ler e escrever sabiam 214 homens e 125 mulheres eram analfabetos 276 homens e 520 mulheres.
Esta freguesia era atravessada pelas estradas rurais a nº 1 que ligava porto a Valença e a nº 25 que ligava arcos de Valdevez a ponte de lima, e ainda o começo da estrada distrital que ligaria arcos a Melgaço
 
A primeira igreja paroquial foi na encosta da montanha local chamado igreja velha.
 
O primeiro nome que temos como Parco desta freguesia foi Rafael de Brito Araújo em 1630 mas segundo a historia não foi o primeiro.
 
A antiga igreja era um templo espaçoso de que restam ainda hoje pequenos vestígios e algumas pedras sepultares.
Os seus altares eram de talha antiga e de bastante valor.
A capela-mor tinha a imagem do coração de Jesus e dos lados S. Paio e a Virgem do Carmo.
Tinha igualmente dois altares colaterais na mesma capela-mor e mais um altar no corpo da igreja e duas capelas particulares.
 
Uma destas capelas era da família da Quinta da Andorinha e consagrada a Santa Úrsula com as 11 virgens.
 
Foi fundadora desta capela D. Susana Cerqueira viúva de Thomaz de Brito Soares este da casa de Faquelo herdou-a mais tarde Afonso Pereira do Castro da casa da Andorinha.
 
O referido Afonso em 1719 mandou colocar nela as armas dos Pereiras e Castros.
Nesta capela foi celebrada a primeira missa cantada em 7 de Junho de 1630.
 
A igreja velha foi-se arruinando com o andar do tempo e por volta de 1780 resolveu-se pedir ao governo que manda-se construir a nova igreja esta mais ampla para poder conter todo o povo.
Começaram então as obras em 1781 e em 1789 já estava pronto o corpo da igreja tendo sido vistoriada em 26 de Fevereiro.
 
No ano de 1782 já estavam gastos nesta obra cerca 3.300 mil reis.
A 26 de Abril de 1793 a rainha D. Maria I ordenou que o povo fosse sob carregado com mais um real destinado as obras da igreja este imposto durou 10 anos.
Esta obra só foi inteiramente concluída em 1831 e D. Miguel ordenou nesse mesmo ano que o resto do dinheiro da obra fosse gasto em reparações na cadeia e ruas da Vila.
Esta freguesia tem também varias capelas e a mais antiga é a de Santiago de Murilhões no lugar do mesmo nome, depois seguem-se por ordem de antiguidade a Real Capela da Misericórdia e Senhora dos Remédios. É um templo dos mais bem situados da Vila encontra-se na encosta do nome São Paio como que encostado ao verdejante arvoredo.
 
Há ainda algumas capelas particulares a Capela de Santo António no alto de Faquelo junto a uma vivenda que foi dos Magalhães de Ponte do Lima.
A capela de Nossa Senhora do Bom Despacho que esta junto da casa da Andorinha e foi benzida em 1610.
 
 A Capela de S. Paio no lugar da carreira com frontaria voltada para a estrada desta vila a Melgaço esta foi dos Araújos Senhores da casa da Carreira.
 
O Cruzeiro do S. dos milagres é junto a ponte sobre o rio vez é um cruzeiro todo em pedra bem trabalhado e foi construído em 1831 a custa do real que o povo deu durante os dez anos para a ajuda da construção da igreja. Este cruzeiro do Senhor dos Milagres é hoje imagem de grande devoção.
 
Igualmente na área desta freguesia houve três torres de que falam as coreografias Uma delas estava situada em Mourilhões e ainda não há muitos anos poderiam se ver vestígios dela.
 
De salientar que o lugar de Mourilhões foi em tempos uma vila muito populosa isto em tempos remotos, e foi o Rei Leão Bermudo II chamado (o Gatoso) que quando em 985 venceu na esplanada de Mourilhões o Kalifa de Córdova e dai lhe deu o nome de Mourilhões.
Houve em Mourilhões igualmente a casa de justiça que não era longe da capela de Santiago.
Também no lugar do Chamado Outeiro da forca houve em tempos o ignominioso patíbulo este de execranda memória.
Era na área desta freguesia que se fazia o grande mercado quinzenal nos dias 3 e 14 de cada mês.
 
Nesta freguesia há ou houve varias casas fidalgas espalhadas um pouco por toda a freguesia uma delas é a casa das Andorinhas é das mais Nobres do Concelho e morgadio antigo, um dos últimos senhores a morar nela foi António Pereira Castro Caldas um dos últimos morgados.
 
É grande a lista desta casa de todos quantos aqui nascerão moraram e morrerão teríamos que remontar até antes do século XVI a primeira casa da Andorinha foi construída num campo próximo do cruzeiro um pouco mais abaixo do que a actual. E benzida em 1610.
 
Outra casa é a dos Britos Rochas era a vivenda dos senhores da casa da Aguiãm que tinham na vila, esta situada na rua direita era casa de modesta aparência com um só andar e ostenta o brasão da família que é o escudo partido em palha tendo a direita as armas dos Britos e a esquerda as dos rochas.
 
A casa da carreira é também muito antiga e esteve nela a família Araújo muitos anos, e passando depois para a família Malheiro Sousa Menezes que lá tem ao portal as suas armas juntas com as dos Araujos e Azevedos Senhores de Faquelo.
Esta casa foi depois comprada pelo visconde de São Paio dos Arcos em 1857 e depois vendida pelos herdeiros a João Manoel da Cunha Araújo que a legou em testamento a duas irmãs.
 
A casa dos casares é já uma casa de estrutura mais moderna da família Araújo Azevedo Cardoso.
 
A casa dos Confrades do Espírito Santo era da família Xavier de Araújo que a vendeu a Fernando Antunes da Rocha. Numa lápide que estava sobre o portal da entrada havia uma inscrição com data de mil quinhentos e vinte e tantos.
 
A casa do cruzeiro esta era da família Sotto-mayor.
 
A casa de faquelo foi de José Maria de Azevedo de Araújo Gama e Souza e Castro senhor também da casa do terreiro de baixo.
 
A casa da Lage esta situada no lugar de Murilhões e foi da família Machado Araújo.
 
A casa da Ponte consta ter sido de Agostinho António de Araújo e de D. Joana de Azevedo Coutinho o brasão desta casa tem os apelidos dos Araujos Amorins e Coutinhos.
 
A casa da família de Porto Covo era uma casa de aparência humilde existente na rua da Ponte foi nela que nasceram os progenitores dos últimos condes de Porto Covo senhores de uma casa mais rica do país.
 
A casa dos Queirozes esta situada na rua da Misericórdia é das mais antigas da vila igualmente é uma casa de imensa historia por aqui nasceram e moraram faleceram altas famílias nobres, e pertenceu por ultimo a António Teixeira de Queiroz Vaz Guedes.
 
A casa das Regadas igualmente casa de nobres e a ultima Senhora por varonia foi D. Michaela Thereza Antónia de Menezes e Vasconcelos o Brasão desta casa tem os apelidos Cunhas Britos Guedes e Pintos.
 
A Quinta de Tarendo esta é antiquíssima pertenceu aos Pereira e Castros da casa de Pias e um dos Senhores da casa da Andorinha tem a entrada um portal com armas dos Pereiras e Castros e tem no ático um busto muito tosco bastante danificado e que dizem ser uma imagem do apostolo Santiago ali aparecida nas escavações diz-se que o povo de Mourilhões tinha em tempo devoção com tal santo de pedra esta casa que já me referi datara dos anos 987
É tão antiga que já no 1º foral se falava dela.
 
A casa do terreiro onde hoje estão instalados a casa das artes e a biblioteca Municipal entre outros esta casa era da família Pereira de Vilhena foi seu último senhor nesta família José Pereira Coutinho de Vilhena coronel de Milícias dos Arcos. Foi comprada depois pelo visconde de S. Paio dos Arcos foi uma casa igualmente de uma história monumental.
 
A casa do Terreiro de Baixo eram genuínos representantes dum ramo dos Araujos com descendência por varonia nas casas de Faquelo o Brasão desta família é um escudo esquartelado com armas dos Araujos Azevedos Souzas e Castros.
 
A casa de Valverde onde estão hoje os serviços florestais é casa de construção antiga com duas torres foram últimos senhores desta casa Lopo António Saraiva Falecido em 1825.
 
A casa da veiga da família Sousas Castros Araujos e Azevedos que tem descendência de Payo Roiz de Araújo Senhor de Lobios na Galiza esta casa igualmente com uma história de famílias nobres importantes.
 
Portanto como podemos ver aqui nesta freguesia desde várias gerações nasceram viverão varias personagens da história de Portugal  
 
Historia da associação Arcas S. Paio
 
Esta associação (ARCAS) Associação Recreativa e Cultural de Arcos S. Paio foi criada a 24 de Janeiro de 1981 e uma associação já com 25 anos de existência portanto uma das primeiras associações deste concelho.
Esta associação para alem da prática do desporto é uma associação que marca sempre presença em eventos tais como marchas s. João festas do concelho Carnaval e vários passeios cicloturisticos.
 
 
Resenha Historia de Alvora.
 
Esta freguesia fica distante da sede do Concelho cerca de 10 quilómetros para o norte.
O nome de Alvora parece vir de origem árabe.
 
Esta freguesia é limitada a norte pelas freguesias do Extremo e Loureda
A leste por esta ultima ao sul por Sá e Vilela, sendo esta dividida pelo rio vez e a oeste por Aboim das Choças.
Alvora é paroquia muito antiga.
 
Alvora é banhada pelo Rio vez e atravessada pelo regato de nome Rajado que tem uma ponte de cantaria nas Choças os principais montes desta freguesia são a serra da Anta, o monte de Castro o monte da Lagoa,
 
O castro de Alvora nele tem aparecido alguns objectos da idade da pedra e metades de alguns tijolos e fragmentos de cerâmica.
 
Os lugares desta freguesia são Igreja Choças, S. Martinho, Casal-doufe, Fonte, Barbeitos e Bouças. (Barbeitos significaria casa em árabe)
A Padroeira de Alvora é: Santa Maria/Nossa Senhora da Expectação.
Habitantes: tinha 310 habitantes Em.2001) e 333 eleitores em 2003.
Actividades económicas: Agricultura.
As Festas e romarias de Alvora são a: Senhora da Cabeça na (terça-feira de Páscoa), Santo António (13 de Junho), Santo Amaro (15 de Janeiro), Senhor do Livramento em (Maio), Senhora de Fátima em (Maio) e Festa do Senhor, que é realizada de 4 em 4 anos em cada lugar.
Património cultural e edificado: Igreja paroquial, capelas de Santo António e Senhora da Cabeça, Quinta do Prego (com capela de Santa Quitéria), Alminhas da Julgueira e Alminhas da Senhora da Cabeça.
Outros locais turísticos: Monte do Crasto, lugar de Barbeitos, praia fluvial da Azenha e Lagoa de Cima.
 
População
 
Em 1890 esta freguesia tinha 166 fogos e 560 habitantes sendo 256 homens 304 mulheres e três estrangeiros 547 eram naturais do concelho e 10 de fora do concelho.
Eram solteiros 151 homens e 94 mulheres e viúvos 16 homens e 22 mulheres.
Sabiam ler 24 homens e 8 mulheres eram analfabetos 232 homens e 296 mulheres.
 
Igreja Paroquial
 
A igreja paroquial é pequena e estava nesta época de 1900 bastante desprezada.
O local onde a edificaram é um ermo oculto a vistas de quase toda a freguesia.
Foi construída no século XVII. É de uma só nave e tem uma torre de boa construção para alem do altar-mor contam-se no corpo da igreja três altares e uma capela das Almas, de boa talha, tudo muito desprezado.
Tem confrarias do Sacramento e Almas. A residência junto da igreja esta em ruínas.
Parcos.
Os parcos eram da apresentação do ordinário indo metade para a mesa archiepiscopal.
 A lotação da paróquia é de 273$000 reis. Alguns dizem que Alvora foi comenda que andava na casa dos viscondes. Não podemos saber a verdade desta notícia.
O primeiro parco desta paróquia de que há noticia foi o abade João Carlos Machado d`Araújo de 1782 a 1786 e o último do século 19 foi Manoel Joaquim Galvão desde 1887.
 
Capelas publicas.
 
Há na freguesia as seguintes Senhora da Cabeça no cume do outeiro de Cacheiros, com festa anual todos os anos na terça-feira de Páscoa.
Foi construída esta capela por volta de 1850.
A capela de Santo António em Barbeitos estava algo desprezada nesta época.
Capelas particulares.
Tem apenas a de Santa Quitéria junto a casa dos Pugas no lugar das choças
 
Mercado.
 
Antigamente Havia no lugar das choças um mercado mensal no dia seis de cada mês. Que passou a ser quinzenal no sitio da Chã pertencente a Loureda.
Pedreira.
 
No sitio da Mourisca Há uma pedreira notável de uma pedra de excelente granito muito apreciada pela sua beleza e tenacidade.
 
As choças.
 
Este lugar que é muito populoso e tinha bastantes lojas de negócio vai ser atravessado por uma estrada.
É muito antigo e acha-se na freguesia a maior parte de suas casas.
 
Casa dos pugas
É um casarão enorme de construção sólida situado num recinto fechado por um muro com parapeitos de cantaria.
Dentro do referido recinto que tem acesso por um elegante portal também de pedra, é que se ergue o palácio que consta de escadaria. Salões e quartos em abundância e de proporções grandes de uma capela de que já falamos e de varias edificações anexas, propias para caseiros, celeiros, cortes, etc. esta casa bastante arruinado foi construído pelos anos 1720.
Foram seus últimos senhores António de Lima Brito que teve brasão d`armas em sete d`outobro de 1805.
 
Homens ilustres.
Esta paroquia deu apenas que se saiba um filho ilustre, foi Manoel José Gomes de Lima, foi em Manaus Brasil onde prestou grandes serviços a colónia Portuguesa contribuindo muito para a fundação da Sociedade e do Hospital de Beneficência Portuguesa que é um dos mais belos edifícios daquela cidade.
 
Capela de S. Martinho
Existiu no lugar de S. Martinho ainda em 1860 existiam ruínas desta capela de S. Martinho de Moymenta que foi igreja paroquial da visita do arciprestado de Loureda.
Diz-se que grande parte das Choças pertencia a esta paróquia. Algumas pedras das ruínas desta Capela foram para a Capela da Senhora da Cabeça na mesma freguesia.
 
Alvora a Lenda da Freguesia
 
Dizem os idosos desta freguesia, que existe uma lenda narrada pelos antepassados, que num determinado lugar da freguesia habitavam umas pessoas indesejáveis supostamente (Mouros) como em tempos diziam os mais velhos,
 E tentando então por varias vezes correr com essas pessoas para fora desse local mas nuca foi conseguido. Foi então que uma ideia surgiu aos habitantes de numa noite reunir todas as cabras e cabritos da freguesia e serem levadas para o alto da serra e foram então colocadas nos cornos das ditas cabras e cabritos velas de cera e foram essas mesmas velas acesas e então cabras e cabritos completamente apavoradas deslizaram serra abaixo em direcção a aldeia vendo isso os ditos Mouros fugiram gritando estamos a ser atacados e vamos todos morrer queimados e foi então que desapareceram desta freguesia sem mais voltar ate hoje.
 Atenção isto é apenas uma lenda e em nenhum caso poderá ser autêntica ou verdadeira.
 
 
 
Hoje esta freguesia de Alvora
 
 Tem uma área de 497 ha e localiza-se a 10 km da sede do concelho, Arcos de Valdevez. Contava com uma população de cerca de 420 habitantes em 1999. É limitada a norte pelas freguesias de Portela e Anhões, esta última do concelho de Monção e Loureda, a leste; a sul por Aboim das Choças, o rio Vez e as freguesias de Sá e Vilela; e a oeste ainda pela freguesia de Aboim das Choças. A freguesia de Álvora está situada num vale e abrange a serra da Anta, os montes da Lagoa e do Crasto. Na serra da Anta, que tem o seu topónimo derivado das Antas aí existentes, ainda visíveis na freguesia de Anhões do concelho de Monção, é possível que, nesta serra outras antas tenham existido, até porque estes montes, onde se estende a freguesia de Álvora, são fartos os vestígios arqueológicos. Assim é também o monte do Castro, onde existiu o Castro de Álvora.
 
 
Autarcas da Freguesia de Alvora
 
                
Presidente. Paulo Jorge Pinto Fernandes
 
Secretario Abel Barreira Domingues
 
Tesoureiro José Rodrigues da Silva
 
Presidente da assembleia de Freguesia Alberto Pereira de Castro
 
 
A resenha histórica desta freguesia foi possível graças as pesquisas efectuados em documentos históricos tais como:  
 Inventário Colectivo dos Arquivos Paroquiais,
 Arquivos Nacionais/Torre do Tombo, site Internet freguesias de Portugal,
 Varias obras de historiadores Arcuenses cedidas para consulta pela Biblioteca Municipal de Arcos de Valdevez,
Arquivo do jornal Noticias dos Arcos e ainda a colaboração da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez habitantes e Presidentes de Junta das freguesias citadas
 
Realizado por Arlindo Galvão
Para Rádio Valdevez
Programa Minha Terra Linda Aldeia
 
 
 
 
 
publicado por minhaterralindaldeia às 19:52
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