Sábado, 20 de Outubro de 2007

Rio de Moinhos Resenha Historica suite 1

O património cultural edificado de Rio de Moinhos são a Igreja Paroquial, a casa do Regueiro com Capela de Nossa Senhora da Agonia a Casa de Barreiros também com Capela de N. Senhora dos Remédios, casa da Torre, Quinta do Monte com Capela e vários moinhos espalhados através do seu ribeiro rio do Moinho estes moinhos ainda hoje são praticamente todos visíveis mas muitos estão em ruínas, alguns tem sido recuperados pelos seus proprietários e estão em perfeita condição de funcionamento de salientar que a restauração destes moinhos não è fácil pois por vezes um só moinho è propriedade de uma dezena de famílias ou mais com direito a moagem;
Em 1258 na lista das Igrejas situadas no território de Entre Lima e Minho Santa Eulália de Rio de Moinhos é citada como uma das Igrejas pertencente ao Bispado de Tui
Em 1320 no catálogo das mesmas Igrejas mandado efectuar pelo rei D. Dinis para determinação da taxa a pagar Rio de Moinhos então designada por Santa Eolalie de Rivxo Molinorum foi taxada em 65 mil libras
Mais tarde em 1512 toda a comarca eclesiástica de Valença passou para o arcebispado de Braga e recebeu em troca  comarca de Olivença, D. Diogo de Sousa mandou proceder a sua avaliação sendo Rio de Moinhos avaliada em 200 mil reis e cinquenta alqueires de pão.
Esta igreja de Rio de Moinhos pagava ainda a um Arciprestado antigo da Sé de Braga uma vez por ano 86 reis um jantar e dormida ao visitador desta mesma Sé
 Em 1546 no memorial de Rui Fagundes mandando fazer no tempo de D. Manuel de Sousa rendia em conjunto com a sua anexa São Tome de Aguiã 50 mil reis.
Na cópia de 1580 refere que Rio de Moinhos se dividia numa metade sem cura e noutra metade com cura sendo ambas da apresentação do Visconde de Vila Nova de Cerveira por confirmação que lhe fora feita.
Américo Costa descreve-a como abadia da apresentação “in solidum” dos Viscondes por seu turno o seu abade apresentava o vigário da igreja de São Tome de Aguiã que lhe estava anexa.
Em termos administrativos a freguesia de Rio de Moinhos pertencia a Ponte de Lima em 1839 e em 1852 a Arcos de Valdevez
No Portugal Antigo e Moderno que relata Pinho Leal diz que em Rio de Moinhos a casa da Torre pode ter um relacionamento com a torre de  que pertenceu a Garcia Rodrigues Caldas do Paço de Vascões e de sua esposa D. Leonor de Sousa, a Casa da Torre pode portanto estar associada a essa torre medieval e se assim é esta freguesia andava nas relações duma das principais famílias nobres do Minho medieval.
Alguns parcos que passaram por esta freguesia
O primeiro de que há noticia é o abade Lopo Alvares que mandou fazer o tombo da igreja em 1542.
Depois deste aparece em 1680 o abade João Barbosa Pacheco que serviu até 1699, e teve por cura o Padre Bento de Brito Lima, (no tempo deste pároco fizeram-se na igreja paroquial grandes obras de reparação por estar bastante arruinada),
 Seguem-se depois o Abade Pedro de Sousa Machado desde 1699 a 1731, este teve por curas até 1702 o Padre Bento de Barros e depois o padre Pascoal Barreiros de Araújo, de 1732 a 1751
Depois João Dantas de Barros, de 1751 a 1753
O Abade António Vicente de Brito de 1753 a 1770 que faleceu no 1 de Novembro deste ano,
 Pela segunda vez o encomendado Domingos Rodrigues Pereira esteve na igreja ate 1771,
 O Abade Manuel de Santa Maria Amorim de 1771 a 1816 teve por curas Manuel Dantas da Cunha, e Salvador José Fernandes,
O abade José Francisco de Carvalho e Sá desde 1816 a 1826,
Depois Manuel José Dias em 1826,
António Joaquim de Sousa Pousada de 1827 a 1829,
 António Morais Melo de 1829 a 1831,
José Caetano Gonçalves e Manuel António da Mota de 1831 a 1834 (de referir que este abade ofereceu ao Rei D. Miguel para as despesas da guerra civil 91 mil e 130 reis que foram enviados em 18 de Abril de 1832,
Pela segunda vez serviu esta freguesia de 1834 a 1846 José Caetano Gonçalves e depois foi a vês de Frei Bento de Santa Eulália Araújo Caldas de 1846 a 1848.
António Damazo de Castro e Souza de 1848 a 1863 este faleceu em 1876 era natural de Lisboa onde nasceu em 11 de Dezembro de 1804 entre o extenso rol de distinções consta como académico honorário da Academia de Belas-Artes, sócio do Conservatório Real de Lisboa, sócio do mérito da Real associação dos Arquitectos Portugueses também foi comentador de numero de Isabel, a Católica grande oficial da Ordem do Nicham, de Iftihar de Tunes e foi igualmente condecorado com os hábitos de diversas ordens religiosas, civis e militares.
 Em 1863 veio para o seu lugar o Padre João de Brito Galvão, que depois foi abade de Sistelo
 De 1866 a 1878 foi o Abade Simão António Barbosa que a serviu seguindo-se o Abade Bernardino de Sousa Pontes onde faleceu a 3 de Dezembro de 1916.
O património cultural edificado de Rio de Moinhos são a Igreja Paroquial, a casa do Regueiro com Capela de Nossa Senhora da Agonia a Casa de Barreiros também com Capela de N. Senhora dos Remédios, casa da Torre, Quinta do Monte com Capela e vários moinhos espalhados através do seu ribeiro rio do Moinho estes moinhos ainda hoje são praticamente todos visíveis mas muitos estão em ruínas, alguns tem sido recuperados pelos seus proprietários e estão em perfeita condição de funcionamento de salientar que a restauração destes moinhos não è fácil pois por vezes um só moinho è propriedade de uma dezena de famílias ou mais com direito a moagem;
Em 1258 na lista das Igrejas situadas no território de Entre Lima e Minho Santa Eulália de Rio de Moinhos é citada como uma das Igrejas pertencente ao Bispado de Tui
Em 1320 no catálogo das mesmas Igrejas mandado efectuar pelo rei D. Dinis para determinação da taxa a pagar Rio de Moinhos então designada por Santa Eolalie de Rivxo Molinorum foi taxada em 65 mil libras
Mais tarde em 1512 toda a comarca eclesiástica de Valença passou para o arcebispado de Braga e recebeu em troca  comarca de Olivença, D. Diogo de Sousa mandou proceder a sua avaliação sendo Rio de Moinhos avaliada em 200 mil reis e cinquenta alqueires de pão.
Esta igreja de Rio de Moinhos pagava ainda a um Arciprestado antigo da Sé de Braga uma vez por ano 86 reis um jantar e dormida ao visitador desta mesma Sé
 Em 1546 no memorial de Rui Fagundes mandando fazer no tempo de D. Manuel de Sousa rendia em conjunto com a sua anexa São Tome de Aguiã 50 mil reis.
Na cópia de 1580 refere que Rio de Moinhos se dividia numa metade sem cura e noutra metade com cura sendo ambas da apresentação do Visconde de Vila Nova de Cerveira por confirmação que lhe fora feita.
Américo Costa descreve-a como abadia da apresentação “in solidum” dos Viscondes por seu turno o seu abade apresentava o vigário da igreja de São Tome de Aguiã que lhe estava anexa.
Em termos administrativos a freguesia de Rio de Moinhos pertencia a Ponte de Lima em 1839 e em 1852 a Arcos de Valdevez
No Portugal Antigo e Moderno que relata Pinho Leal diz que em Rio de Moinhos a casa da Torre pode ter um relacionamento com a torre de  que pertenceu a Garcia Rodrigues Caldas do Paço de Vascões e de sua esposa D. Leonor de Sousa, a Casa da Torre pode portanto estar associada a essa torre medieval e se assim é esta freguesia andava nas relações duma das principais famílias nobres do Minho medieval.
Alguns parcos que passaram por esta freguesia
O primeiro de que há noticia é o abade Lopo Alvares que mandou fazer o tombo da igreja em 1542.
Depois deste aparece em 1680 o abade João Barbosa Pacheco que serviu até 1699, e teve por cura o Padre Bento de Brito Lima, (no tempo deste pároco fizeram-se na igreja paroquial grandes obras de reparação por estar bastante arruinada),
 Seguem-se depois o Abade Pedro de Sousa Machado desde 1699 a 1731, este teve por curas até 1702 o Padre Bento de Barros e depois o padre Pascoal Barreiros de Araújo, de 1732 a 1751
Depois João Dantas de Barros, de 1751 a 1753
O Abade António Vicente de Brito de 1753 a 1770 que faleceu no 1 de Novembro deste ano,
 Pela segunda vez o encomendado Domingos Rodrigues Pereira esteve na igreja ate 1771,
 O Abade Manuel de Santa Maria Amorim de 1771 a 1816 teve por curas Manuel Dantas da Cunha, e Salvador José Fernandes,
O abade José Francisco de Carvalho e Sá desde 1816 a 1826,
Depois Manuel José Dias em 1826,
António Joaquim de Sousa Pousada de 1827 a 1829,
 António Morais Melo de 1829 a 1831,
José Caetano Gonçalves e Manuel António da Mota de 1831 a 1834 (de referir que este abade ofereceu ao Rei D. Miguel para as despesas da guerra civil 91 mil e 130 reis que foram enviados em 18 de Abril de 1832,
Pela segunda vez serviu esta freguesia de 1834 a 1846 José Caetano Gonçalves e depois foi a vês de Frei Bento de Santa Eulália Araújo Caldas de 1846 a 1848.
António Damazo de Castro e Souza de 1848 a 1863 este faleceu em 1876 era natural de Lisboa onde nasceu em 11 de Dezembro de 1804 entre o extenso rol de distinções consta como académico honorário da Academia de Belas-Artes, sócio do Conservatório Real de Lisboa, sócio do mérito da Real associação dos Arquitectos Portugueses também foi comentador de numero de Isabel, a Católica grande oficial da Ordem do Nicham, de Iftihar de Tunes e foi igualmente condecorado com os hábitos de diversas ordens religiosas, civis e militares.
 Em 1863 veio para o seu lugar o Padre João de Brito Galvão, que depois foi abade de Sistelo
 De 1866 a 1878 foi o Abade Simão António Barbosa que a serviu seguindo-se o Abade Bernardino de Sousa Pontes onde faleceu a 3 de Dezembro de 1916.
O património cultural edificado de Rio de Moinhos são a Igreja Paroquial, a casa do Regueiro com Capela de Nossa Senhora da Agonia a Casa de Barreiros também com Capela de N. Senhora dos Remédios, casa da Torre, Quinta do Monte com Capela e vários moinhos espalhados através do seu ribeiro rio do Moinho estes moinhos ainda hoje são praticamente todos visíveis mas muitos estão em ruínas, alguns tem sido recuperados pelos seus proprietários e estão em perfeita condição de funcionamento de salientar que a restauração destes moinhos não è fácil pois por vezes um só moinho è propriedade de uma dezena de famílias ou mais com direito a moagem;
Em 1258 na lista das Igrejas situadas no território de Entre Lima e Minho Santa Eulália de Rio de Moinhos é citada como uma das Igrejas pertencente ao Bispado de Tui
Em 1320 no catálogo das mesmas Igrejas mandado efectuar pelo rei D. Dinis para determinação da taxa a pagar Rio de Moinhos então designada por Santa Eolalie de Rivxo Molinorum foi taxada em 65 mil libras
Mais tarde em 1512 toda a comarca eclesiástica de Valença passou para o arcebispado de Braga e recebeu em troca  comarca de Olivença, D. Diogo de Sousa mandou proceder a sua avaliação sendo Rio de Moinhos avaliada em 200 mil reis e cinquenta alqueires de pão.
Esta igreja de Rio de Moinhos pagava ainda a um Arciprestado antigo da Sé de Braga uma vez por ano 86 reis um jantar e dormida ao visitador desta mesma Sé
 Em 1546 no memorial de Rui Fagundes mandando fazer no tempo de D. Manuel de Sousa rendia em conjunto com a sua anexa São Tome de Aguiã 50 mil reis.
Na cópia de 1580 refere que Rio de Moinhos se dividia numa metade sem cura e noutra metade com cura sendo ambas da apresentação do Visconde de Vila Nova de Cerveira por confirmação que lhe fora feita.
Américo Costa descreve-a como abadia da apresentação “in solidum” dos Viscondes por seu turno o seu abade apresentava o vigário da igreja de São Tome de Aguiã que lhe estava anexa.
Em termos administrativos a freguesia de Rio de Moinhos pertencia a Ponte de Lima em 1839 e em 1852 a Arcos de Valdevez
No Portugal Antigo e Moderno que relata Pinho Leal diz que em Rio de Moinhos a casa da Torre pode ter um relacionamento com a torre de  que pertenceu a Garcia Rodrigues Caldas do Paço de Vascões e de sua esposa D. Leonor de Sousa, a Casa da Torre pode portanto estar associada a essa torre medieval e se assim é esta freguesia andava nas relações duma das principais famílias nobres do Minho medieval.
Alguns parcos que passaram por esta freguesia
O primeiro de que há noticia é o abade Lopo Alvares que mandou fazer o tombo da igreja em 1542.
Depois deste aparece em 1680 o abade João Barbosa Pacheco que serviu até 1699, e teve por cura o Padre Bento de Brito Lima, (no tempo deste pároco fizeram-se na igreja paroquial grandes obras de reparação por estar bastante arruinada),
 Seguem-se depois o Abade Pedro de Sousa Machado desde 1699 a 1731, este teve por curas até 1702 o Padre Bento de Barros e depois o padre Pascoal Barreiros de Araújo, de 1732 a 1751
Depois João Dantas de Barros, de 1751 a 1753
O Abade António Vicente de Brito de 1753 a 1770 que faleceu no 1 de Novembro deste ano,
 Pela segunda vez o encomendado Domingos Rodrigues Pereira esteve na igreja ate 1771,
 O Abade Manuel de Santa Maria Amorim de 1771 a 1816 teve por curas Manuel Dantas da Cunha, e Salvador José Fernandes,
O abade José Francisco de Carvalho e Sá desde 1816 a 1826,
Depois Manuel José Dias em 1826,
António Joaquim de Sousa Pousada de 1827 a 1829,
 António Morais Melo de 1829 a 1831,
José Caetano Gonçalves e Manuel António da Mota de 1831 a 1834 (de referir que este abade ofereceu ao Rei D. Miguel para as despesas da guerra civil 91 mil e 130 reis que foram enviados em 18 de Abril de 1832,
Pela segunda vez serviu esta freguesia de 1834 a 1846 José Caetano Gonçalves e depois foi a vês de Frei Bento de Santa Eulália Araújo Caldas de 1846 a 1848.
António Damazo de Castro e Souza de 1848 a 1863 este faleceu em 1876 era natural de Lisboa onde nasceu em 11 de Dezembro de 1804 entre o extenso rol de distinções consta como académico honorário da Academia de Belas-Artes, sócio do Conservatório Real de Lisboa, sócio do mérito da Real associação dos Arquitectos Portugueses também foi comentador de numero de Isabel, a Católica grande oficial da Ordem do Nicham, de Iftihar de Tunes e foi igualmente condecorado com os hábitos de diversas ordens religiosas, civis e militares.
 Em 1863 veio para o seu lugar o Padre João de Brito Galvão, que depois foi abade de Sistelo
 De 1866 a 1878 foi o Abade Simão António Barbosa que a serviu seguindo-se o Abade Bernardino de Sousa Pontes onde faleceu a 3 de Dezembro de 1916.
O património cultural edificado de Rio de Moinhos são a Igreja Paroquial, a casa do Regueiro com Capela de Nossa Senhora da Agonia a Casa de Barreiros também com Capela de N. Senhora dos Remédios, casa da Torre, Quinta do Monte com Capela e vários moinhos espalhados através do seu ribeiro rio do Moinho estes moinhos ainda hoje são praticamente todos visíveis mas muitos estão em ruínas, alguns tem sido recuperados pelos seus proprietários e estão em perfeita condição de funcionamento de salientar que a restauração destes moinhos não è fácil pois por vezes um só moinho è propriedade de uma dezena de famílias ou mais com direito a moagem;
Em 1258 na lista das Igrejas situadas no território de Entre Lima e Minho Santa Eulália de Rio de Moinhos é citada como uma das Igrejas pertencente ao Bispado de Tui
Em 1320 no catálogo das mesmas Igrejas mandado efectuar pelo rei D. Dinis para determinação da taxa a pagar Rio de Moinhos então designada por Santa Eolalie de Rivxo Molinorum foi taxada em 65 mil libras
Mais tarde em 1512 toda a comarca eclesiástica de Valença passou para o arcebispado de Braga e recebeu em troca  comarca de Olivença, D. Diogo de Sousa mandou proceder a sua avaliação sendo Rio de Moinhos avaliada em 200 mil reis e cinquenta alqueires de pão.
Esta igreja de Rio de Moinhos pagava ainda a um Arciprestado antigo da Sé de Braga uma vez por ano 86 reis um jantar e dormida ao visitador desta mesma Sé
 Em 1546 no memorial de Rui Fagundes mandando fazer no tempo de D. Manuel de Sousa rendia em conjunto com a sua anexa São Tome de Aguiã 50 mil reis.
Na cópia de 1580 refere que Rio de Moinhos se dividia numa metade sem cura e noutra metade com cura sendo ambas da apresentação do Visconde de Vila Nova de Cerveira por confirmação que lhe fora feita.
Américo Costa descreve-a como abadia da apresentação “in solidum” dos Viscondes por seu turno o seu abade apresentava o vigário da igreja de São Tome de Aguiã que lhe estava anexa.
Em termos administrativos a freguesia de Rio de Moinhos pertencia a Ponte de Lima em 1839 e em 1852 a Arcos de Valdevez
No Portugal Antigo e Moderno que relata Pinho Leal diz que em Rio de Moinhos a casa da Torre pode ter um relacionamento com a torre de  que pertenceu a Garcia Rodrigues Caldas do Paço de Vascões e de sua esposa D. Leonor de Sousa, a Casa da Torre pode portanto estar associada a essa torre medieval e se assim é esta freguesia andava nas relações duma das principais famílias nobres do Minho medieval.
Alguns parcos que passaram por esta freguesia
O primeiro de que há noticia é o abade Lopo Alvares que mandou fazer o tombo da igreja em 1542.
Depois deste aparece em 1680 o abade João Barbosa Pacheco que serviu até 1699, e teve por cura o Padre Bento de Brito Lima, (no tempo deste pároco fizeram-se na igreja paroquial grandes obras de reparação por estar bastante arruinada),
 Seguem-se depois o Abade Pedro de Sousa Machado desde 1699 a 1731, este teve por curas até 1702 o Padre Bento de Barros e depois o padre Pascoal Barreiros de Araújo, de 1732 a 1751
Depois João Dantas de Barros, de 1751 a 1753
O Abade António Vicente de Brito de 1753 a 1770 que faleceu no 1 de Novembro deste ano,
 Pela segunda vez o encomendado Domingos Rodrigues Pereira esteve na igreja ate 1771,
 O Abade Manuel de Santa Maria Amorim de 1771 a 1816 teve por curas Manuel Dantas da Cunha, e Salvador José Fernandes,
O abade José Francisco de Carvalho e Sá desde 1816 a 1826,
Depois Manuel José Dias em 1826,
António Joaquim de Sousa Pousada de 1827 a 1829,
 António Morais Melo de 1829 a 1831,
José Caetano Gonçalves e Manuel António da Mota de 1831 a 1834 (de referir que este abade ofereceu ao Rei D. Miguel para as despesas da guerra civil 91 mil e 130 reis que foram enviados em 18 de Abril de 1832,
Pela segunda vez serviu esta freguesia de 1834 a 1846 José Caetano Gonçalves e depois foi a vês de Frei Bento de Santa Eulália Araújo Caldas de 1846 a 1848.
António Damazo de Castro e Souza de 1848 a 1863 este faleceu em 1876 era natural de Lisboa onde nasceu em 11 de Dezembro de 1804 entre o extenso rol de distinções consta como académico honorário da Academia de Belas-Artes, sócio do Conservatório Real de Lisboa, sócio do mérito da Real associação dos Arquitectos Portugueses também foi comentador de numero de Isabel, a Católica grande oficial da Ordem do Nicham, de Iftihar de Tunes e foi igualmente condecorado com os hábitos de diversas ordens religiosas, civis e militares.
 Em 1863 veio para o seu lugar o Padre João de Brito Galvão, que depois foi abade de Sistelo
 De 1866 a 1878 foi o Abade Simão António Barbosa que a serviu seguindo-se o Abade Bernardino de Sousa Pontes onde faleceu a 3 de Dezembro de 1916.
O património cultural edificado de Rio de Moinhos são a Igreja Paroquial, a casa do Regueiro com Capela de Nossa Senhora da Agonia a Casa de Barreiros também com Capela de N. Senhora dos Remédios, casa da Torre, Quinta do Monte com Capela e vários moinhos espalhados através do seu ribeiro rio do Moinho estes moinhos ainda hoje são praticamente todos visíveis mas muitos estão em ruínas, alguns tem sido recuperados pelos seus proprietários e estão em perfeita condição de funcionamento de salientar que a restauração destes moinhos não è fácil pois por vezes um só moinho è propriedade de uma dezena de famílias ou mais com direito a moagem;
Em 1258 na lista das Igrejas situadas no território de Entre Lima e Minho Santa Eulália de Rio de Moinhos é citada como uma das Igrejas pertencente ao Bispado de Tui
Em 1320 no catálogo das mesmas Igrejas mandado efectuar pelo rei D. Dinis para determinação da taxa a pagar Rio de Moinhos então designada por Santa Eolalie de Rivxo Molinorum foi taxada em 65 mil libras
Mais tarde em 1512 toda a comarca eclesiástica de Valença passou para o arcebispado de Braga e recebeu em troca  comarca de Olivença, D. Diogo de Sousa mandou proceder a sua avaliação sendo Rio de Moinhos avaliada em 200 mil reis e cinquenta alqueires de pão.
Esta igreja de Rio de Moinhos pagava ainda a um Arciprestado antigo da Sé de Braga uma vez por ano 86 reis um jantar e dormida ao visitador desta mesma Sé
 Em 1546 no memorial de Rui Fagundes mandando fazer no tempo de D. Manuel de Sousa rendia em conjunto com a sua anexa São Tome de Aguiã 50 mil reis.
Na cópia de 1580 refere que Rio de Moinhos se dividia numa metade sem cura e noutra metade com cura sendo ambas da apresentação do Visconde de Vila Nova de Cerveira por confirmação que lhe fora feita.
Américo Costa descreve-a como abadia da apresentação “in solidum” dos Viscondes por seu turno o seu abade apresentava o vigário da igreja de São Tome de Aguiã que lhe estava anexa.
Em termos administrativos a freguesia de Rio de Moinhos pertencia a Ponte de Lima em 1839 e em 1852 a Arcos de Valdevez
No Portugal Antigo e Moderno que relata Pinho Leal diz que em Rio de Moinhos a casa da Torre pode ter um relacionamento com a torre de  que pertenceu a Garcia Rodrigues Caldas do Paço de Vascões e de sua esposa D. Leonor de Sousa, a Casa da Torre pode portanto estar associada a essa torre medieval e se assim é esta freguesia andava nas relações duma das principais famílias nobres do Minho medieval.
Alguns parcos que passaram por esta freguesia
O primeiro de que há noticia é o abade Lopo Alvares que mandou fazer o tombo da igreja em 1542.
Depois deste aparece em 1680 o abade João Barbosa Pacheco que serviu até 1699, e teve por cura o Padre Bento de Brito Lima, (no tempo deste pároco fizeram-se na igreja paroquial grandes obras de reparação por estar bastante arruinada),
 Seguem-se depois o Abade Pedro de Sousa Machado desde 1699 a 1731, este teve por curas até 1702 o Padre Bento de Barros e depois o padre Pascoal Barreiros de Araújo, de 1732 a 1751
Depois João Dantas de Barros, de 1751 a 1753
O Abade António Vicente de Brito de 1753 a 1770 que faleceu no 1 de Novembro deste ano,
 Pela segunda vez o encomendado Domingos Rodrigues Pereira esteve na igreja ate 1771,
 O Abade Manuel de Santa Maria Amorim de 1771 a 1816 teve por curas Manuel Dantas da Cunha, e Salvador José Fernandes,
O abade José Francisco de Carvalho e Sá desde 1816 a 1826,
Depois Manuel José Dias em 1826,
António Joaquim de Sousa Pousada de 1827 a 1829,
 António Morais Melo de 1829 a 1831,
José Caetano Gonçalves e Manuel António da Mota de 1831 a 1834 (de referir que este abade ofereceu ao Rei D. Miguel para as despesas da guerra civil 91 mil e 130 reis que foram enviados em 18 de Abril de 1832,
Pela segunda vez serviu esta freguesia de 1834 a 1846 José Caetano Gonçalves e depois foi a vês de Frei Bento de Santa Eulália Araújo Caldas de 1846 a 1848.
António Damazo de Castro e Souza de 1848 a 1863 este faleceu em 1876 era natural de Lisboa onde nasceu em 11 de Dezembro de 1804 entre o extenso rol de distinções consta como académico honorário da Academia de Belas-Artes, sócio do Conservatório Real de Lisboa, sócio do mérito da Real associação dos Arquitectos Portugueses também foi comentador de numero de Isabel, a Católica grande oficial da Ordem do Nicham, de Iftihar de Tunes e foi igualmente condecorado com os hábitos de diversas ordens religiosas, civis e militares.
 Em 1863 veio para o seu lugar o Padre João de Brito Galvão, que depois foi abade de Sistelo
 De 1866 a 1878 foi o Abade Simão António Barbosa que a serviu seguindo-se o Abade Bernardino de Sousa Pontes onde faleceu a 3 de Dezembro de 1916.
O património cultural edificado de Rio de Moinhos são a Igreja Paroquial, a casa do Regueiro com Capela de Nossa Senhora da Agonia a Casa de Barreiros também com Capela de N. Senhora dos Remédios, casa da Torre, Quinta do Monte com Capela e vários moinhos espalhados através do seu ribeiro rio do Moinho estes moinhos ainda hoje são praticamente todos visíveis mas muitos estão em ruínas, alguns tem sido recuperados pelos seus proprietários e estão em perfeita condição de funcionamento de salientar que a restauração destes moinhos não è fácil pois por vezes um só moinho è propriedade de uma dezena de famílias ou mais com direito a moagem;
Em 1258 na lista das Igrejas situadas no território de Entre Lima e Minho Santa Eulália de Rio de Moinhos é citada como uma das Igrejas pertencente ao Bispado de Tui
Em 1320 no catálogo das mesmas Igrejas mandado efectuar pelo rei D. Dinis para determinação da taxa a pagar Rio de Moinhos então designada por Santa Eolalie de Rivxo Molinorum foi taxada em 65 mil libras
Mais tarde em 1512 toda a comarca eclesiástica de Valença passou para o arcebispado de Braga e recebeu em troca  comarca de Olivença, D. Diogo de Sousa mandou proceder a sua avaliação sendo Rio de Moinhos avaliada em 200 mil reis e cinquenta alqueires de pão.
Esta igreja de Rio de Moinhos pagava ainda a um Arciprestado antigo da Sé de Braga uma vez por ano 86 reis um jantar e dormida ao visitador desta mesma Sé
 Em 1546 no memorial de Rui Fagundes mandando fazer no tempo de D. Manuel de Sousa rendia em conjunto com a sua anexa São Tome de Aguiã 50 mil reis.
Na cópia de 1580 refere que Rio de Moinhos se dividia numa metade sem cura e noutra metade com cura sendo ambas da apresentação do Visconde de Vila Nova de Cerveira por confirmação que lhe fora feita.
Américo Costa descreve-a como abadia da apresentação “in solidum” dos Viscondes por seu turno o seu abade apresentava o vigário da igreja de São Tome de Aguiã que lhe estava anexa.
Em termos administrativos a freguesia de Rio de Moinhos pertencia a Ponte de Lima em 1839 e em 1852 a Arcos de Valdevez
No Portugal Antigo e Moderno que relata Pinho Leal diz que em Rio de Moinhos a casa da Torre pode ter um relacionamento com a torre de  que pertenceu a Garcia Rodrigues Caldas do Paço de Vascões e de sua esposa D. Leonor de Sousa, a Casa da Torre pode portanto estar associada a essa torre medieval e se assim é esta freguesia andava nas relações duma das principais famílias nobres do Minho medieval.
Alguns parcos que passaram por esta freguesia
O primeiro de que há noticia é o abade Lopo Alvares que mandou fazer o tombo da igreja em 1542.
Depois deste aparece em 1680 o abade João Barbosa Pacheco que serviu até 1699, e teve por cura o Padre Bento de Brito Lima, (no tempo deste pároco fizeram-se na igreja paroquial grandes obras de reparação por estar bastante arruinada),
 Seguem-se depois o Abade Pedro de Sousa Machado desde 1699 a 1731, este teve por curas até 1702 o Padre Bento de Barros e depois o padre Pascoal Barreiros de Araújo, de 1732 a 1751
Depois João Dantas de Barros, de 1751 a 1753
O Abade António Vicente de Brito de 1753 a 1770 que faleceu no 1 de Novembro deste ano,
 Pela segunda vez o encomendado Domingos Rodrigues Pereira esteve na igreja ate 1771,
 O Abade Manuel de Santa Maria Amorim de 1771 a 1816 teve por curas Manuel Dantas da Cunha, e Salvador José Fernandes,
O abade José Francisco de Carvalho e Sá desde 1816 a 1826,
Depois Manuel José Dias em 1826,
António Joaquim de Sousa Pousada de 1827 a 1829,
 António Morais Melo de 1829 a 1831,
José Caetano Gonçalves e Manuel António da Mota de 1831 a 1834 (de referir que este abade ofereceu ao Rei D. Miguel para as despesas da guerra civil 91 mil e 130 reis que foram enviados em 18 de Abril de 1832,
Pela segunda vez serviu esta freguesia de 1834 a 1846 José Caetano Gonçalves e depois foi a vês de Frei Bento de Santa Eulália Araújo Caldas de 1846 a 1848.
António Damazo de Castro e Souza de 1848 a 1863 este faleceu em 1876 era natural de Lisboa onde nasceu em 11 de Dezembro de 1804 entre o extenso rol de distinções consta como académico honorário da Academia de Belas-Artes, sócio do Conservatório Real de Lisboa, sócio do mérito da Real associação dos Arquitectos Portugueses também foi comentador de numero de Isabel, a Católica grande oficial da Ordem do Nicham, de Iftihar de Tunes e foi igualmente condecorado com os hábitos de diversas ordens religiosas, civis e militares.
 Em 1863 veio para o seu lugar o Padre João de Brito Galvão, que depois foi abade de Sistelo
 De 1866 a 1878 foi o Abade Simão António Barbosa que a serviu seguindo-se o Abade Bernardino de Sousa Pontes onde faleceu a 3 de Dezembro de 1916.
O património cultural edificado de Rio de Moinhos são a Igreja Paroquial, a casa do Regueiro com Capela de Nossa Senhora da Agonia a Casa de Barreiros também com Capela de N. Senhora dos Remédios, casa da Torre, Quinta do Monte com Capela e vários moinhos espalhados através do seu ribeiro rio do Moinho estes moinhos ainda hoje são praticamente todos visíveis mas muitos estão em ruínas, alguns tem sido recuperados pelos seus proprietários e estão em perfeita condição de funcionamento de salientar que a restauração destes moinhos não è fácil pois por vezes um só moinho è propriedade de uma dezena de famílias ou mais com direito a moagem;
Em 1258 na lista das Igrejas situadas no território de Entre Lima e Minho Santa Eulália de Rio de Moinhos é citada como uma das Igrejas pertencente ao Bispado de Tui
Em 1320 no catálogo das mesmas Igrejas mandado efectuar pelo rei D. Dinis para determinação da taxa a pagar Rio de Moinhos então designada por Santa Eolalie de Rivxo Molinorum foi taxada em 65 mil libras
Mais tarde em 1512 toda a comarca eclesiástica de Valença passou para o arcebispado de Braga e recebeu em troca  comarca de Olivença, D. Diogo de Sousa mandou proceder a sua avaliação sendo Rio de Moinhos avaliada em 200 mil reis e cinquenta alqueires de pão.
Esta igreja de Rio de Moinhos pagava ainda a um Arciprestado antigo da Sé de Braga uma vez por ano 86 reis um jantar e dormida ao visitador desta mesma Sé
 Em 1546 no memorial de Rui Fagundes mandando fazer no tempo de D. Manuel de Sousa rendia em conjunto com a sua anexa São Tome de Aguiã 50 mil reis.
Na cópia de 1580 refere que Rio de Moinhos se dividia numa metade sem cura e noutra metade com cura sendo ambas da apresentação do Visconde de Vila Nova de Cerveira por confirmação que lhe fora feita.
Américo Costa descreve-a como abadia da apresentação “in solidum” dos Viscondes por seu turno o seu abade apresentava o vigário da igreja de São Tome de Aguiã que lhe estava anexa.
Em termos administrativos a freguesia de Rio de Moinhos pertencia a Ponte de Lima em 1839 e em 1852 a Arcos de Valdevez
No Portugal Antigo e Moderno que relata Pinho Leal diz que em Rio de Moinhos a casa da Torre pode ter um relacionamento com a torre de  que pertenceu a Garcia Rodrigues Caldas do Paço de Vascões e de sua esposa D. Leonor de Sousa, a Casa da Torre pode portanto estar associada a essa torre medieval e se assim é esta freguesia andava nas relações duma das principais famílias nobres do Minho medieval.
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publicado por minhaterralindaldeia às 15:16
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